O labirinto do fauno
Direção: Guillermo del Toro
Roteiro: Guillermo del Toro
Elenco: Ivana Baquero, Sergi López, Maribel Verdú, Doug Jones, Ariadna Gil, Álex Angulo, Manolo Solo, César Vea, Roger Casamajor.
Gênero: Suspense
O Labirinto do Fauno é um filme de 2006, a partir de uma parceria México e Espanha. O filme tem como protagonista Ofelia (Ivana Baquero), uma menina de 10 anos que adora ler livros de fantasia e contos de fada. Como plano de fundo, a Espanha fascista de 1944. Ofelia viaja com a mãe até onde está seu padrasto, um severo capitão do exército espanhol. Com a mãe enferma e com os guerrilheiros independentes cada vez mais próximos da casa onde estão, Ofelia não demora a entrar em um mundo de fantasia. Nele, ela seria a reencarnação da princesa do submundo, e teria que cumprir três provações, ditadas por um Fauno, até ser oficializada como a filha perdida do Rei das profundezas. O filme trata simbolicamente do horror da guerra civil espanhola, que viria a culminar no franquismo (1939 – 1976), ditadura do General Francisco Franco. Mesmo com todos os elementos fantasiosos e fantasticamente bem feitos, O Labirinto do Fauno definitivamente não é um filme para as crianças. As cenas de violências deixam muitos filmes de Arnold Schwarzenegger e Jean-Claude Van Damme para trás. Não deixe se levar pelo fato de o protagonista do filme ser uma criança, pois este fato só acaba por deixar o clima do filme mais pesado ainda, já que percebemos que a criação fantasiosa feita pela menina é apenas um escape da imaginação frente à violência da guerra civil espanhola. O Labirinto do Fauno é um filme imperdível e bastante perspicaz, cuidadoso com todos os detalhes. Se não fosse tão horrível, seria lindo.
PS: Impossível não lembrar de Alice no País das Maravilhas. Seja pelo roteiro, pelo vestido usado por Ofelia quando ela entra no buraco de uma árvore velha (que a levará a seu primeiro desafio) e em tantos outros detalhes.
O sapato motorizado “spnKiX” e outras delícias
Posted by admin in Tecnologia on 22 de dezembro de 2011
Separamos aqui algumas delícias tecnológicas para você. Algumas são compráveis, e outras não (quer dizer, a Paris Hilton deve comprar com as moedas que tira do bolso). O primeiro dos brinquedinhos é um sapato com rodas. Este útil artigo – sonho de 10 a cada 10 pessoas -, foi desenvolvido por Peter Treadway e se chama spnKiX. É alimentado com baterias e pode chegar a até 16 km/h. O controle do spnKiX fica por conta de um controle remoto wireless, que o andante motorizado carrega na mão. Com ele pode acelerar, frear, enfim, pode controlar o sapato com um simples toque. O spnKiX ainda não está sendo vendido no mercado, estando na fase de protótipo, mas deve chegar às prateleiras daqui a pouco!
A segunda delícia que trouxemos para você é esse toca disco com entrada USB (Mini Rechargeable USB Turntable). Explicamos, com uma super tecnologia portátil, ele é capaz de transformar o som do disco de vinil em MP3. Gostou, não? Mas essa não é sua única função, ele também é um toca disco portátil, que você pode levar para onde quiser. Quando fechado, o toca disco se transforma em uma linda e prática maleta preta.
E, por último, algo que não é tão inovador, mas que pela praticidade à mão de reles mortais como nós (e não só o pessoal do Discovery Channel) merece estar aqui. É o Video Swim Mask. É um óculos de mergulho que vem com uma câmera acoplada logo acima dos olhos. Com a câmera você pode tirar fotos ou fazer vídeos embaixo d’água. Funciona com bateria e o download das imagens e vídeos capturados fica por conta de um cabo USB.
Lost
Com o fim de uma das séries mais bacanas de todos os tempos, muitos espectadores ficaram órfãos. Lost marcou história. Desde o início, em 2004, muitos foram os comentários sobre o seriado, que trazia um mistério atrás do outro e que nos deixava vidrados e deliciosamente confusos. Depois de seis anos de série, o fim chegou, e o que se viu acabou deixando muita gente decepcionada. Pessoalmente, acho que o fim não deixou tantas portas abertas assim, mas é claro que depende de como cada pessoa interpretou o desenrolar. Houve quem achou que a ilha não passava do purgatório e que todos já tinham morrido no acidente de avião. Houve quem acreditou que a ilha tinha sim algumas características especiais, numa mistura entre misticismo e ciência.
Bom, mesmo com tudo isso, a série é até hoje uma das mais lembradas e uma das mais influentes da década. É claro que o final não me agradou tanto assim (a cena da igreja era tão piegas que cheguei a ter vergonha, ainda mais por aquele fade to white), mas confesso não ter achado tão decepcionante assim. Para mim a ilha pode ser uma metáfora da própria sociedade, como um microcosmos, e ali se colocam paralelamente, e até justapostas, diversas questões duais, controversas e às vezes contraditórias: o bem e o mal, o preto e o branco, a religião e a ciência. Poderíamos até fazer uma analogia com a maneira com que a sociedade se estrutura: quando todos estão colocados em posição de igualdade, como se dão as questões de liderança? É necessário haver um líder? E se sim, como que isto é instituído? O resto é ficção, e ficção da boa! Que me perdoem pelos spoilers, mas se alguém ainda não assistiu, que corra agora mesmo para a locadora mais próxima ou compra o set completo da temporadas 1 – 6 aproveitando ofertas de sites de compra coletiva…






